Seguiu o convite para a minha festa de aniversário VIRTUAL
Fico a aguardar as vossas respostas.
Votos de um excelente fim-de-semana
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
18º Parafuso
Só criei; não coloquei informação, nem links, nem histórias, nem... nada!
Tudo será feito à posterior com mais calma.
Imaginação não falta! O que está a faltar é o tempo!
Por agora aqui fica o endereço:
https://sites.google.com/site/23parafusos/
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
17º Parafuso
Mandei-vos um email a dar conhecimento. Se vos apetecer participar no meu Doc estejam à vontade pois são bem vindos.
Desejo um bom fim-de- semana e sugiro um chocolate quente para dar as boas vindas ao outono
https://docs.google.com/?tab=mo&authuser=0&pli=1#home
Desejo um bom fim-de- semana e sugiro um chocolate quente para dar as boas vindas ao outono
https://docs.google.com/?tab=mo&authuser=0&pli=1#home
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
16º Parafuso
Já fiz tudo direitinho!
Tenham um bom fim-de-semana e recuperem energias para fazer face ao que aí vem.
Tenham um bom fim-de-semana e recuperem energias para fazer face ao que aí vem.
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
15º Parafuso
Olá,
Já está feita!
Estou no Twitter!
Ainda não tinha navegado por estas bandas; Mais umas tantas coisas interessantes! Simples e complicadas ao mesmo tempo!
Enviei-vos os convites para fazerem parte da minha rede no twitter.
Espero que aceitem.
Já está feita!
Estou no Twitter!
Ainda não tinha navegado por estas bandas; Mais umas tantas coisas interessantes! Simples e complicadas ao mesmo tempo!
Enviei-vos os convites para fazerem parte da minha rede no twitter.
Espero que aceitem.
terça-feira, 4 de outubro de 2011
14º Parafuso
Tarefa acabadinha de fazer!
Podem ver em http://www.facebook.com/#!/pages/SORRIR-SONHAR-E-ABRA%C3%87AR-O-SIL%C3%8ANCIO/298464600168821
Podem ver em http://www.facebook.com/#!/pages/SORRIR-SONHAR-E-ABRA%C3%87AR-O-SIL%C3%8ANCIO/298464600168821
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
13º Parafuso
O número 13 é bem grande!
Desconhecendo a razão principal porque os seres humanos lhe atribuem uma carga tão negativa, fui pesquisar e encontrei isto:
" número treze (13) é o número natural que sucede o 12 e precede o 14. "
"(...) Quem tem medo do número treze sofre de triscaidecafobia."
Poderão ler mais em http://pt.wikipedia.org/wiki/Treze
Para mim e para outros tantos (e felizmente para o número 13, senão coitadinho estaria muito sozinho!) é somente um número igual a tantos outros e até engraçado. Talvez por isso o 13º Parafuso tenha sido fácil de fazer!
Relativamente ao texto solicitado ei-lo:
Quanto à minha experiência no facebook é já de algum tempo e atendendo aos inúmeros desafios e rasteiras que permite, procuro estar sempre atenta e proteger-me o melhor que posso bem como aos meus amigos mais chegados.
Se no início era engraçado aparecerem tantos "amigos" a experiência diz-me que a ferramenta é óptima para a partilha com os mais chegados e que é muito bom poder escolher aqueles que realmente queremos que façam parte da nossa rede social.
Tenho notado que tem havido um esforço e empenho na disponibilização de ferramentas que permitem uma cada vez maior privacidade.
Claro que não se pode pedir TODA pois senão não se alinhava com estas andanças!
Sempre ouvi dizer que: "Quem corre por gosto não se cansa!" e "Quem anda á chuva molha-se!"
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
11º Parafuso
Apesar de já ter um perfil no Facebook criei um novo só para esta formação. Aqui fica o endereço:
http://www.facebook.com/#!/profile.php?id=100002940945401
http://www.facebook.com/#!/profile.php?id=100002940945401
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
10º Parafuso
Eis o 10º Parafuso que foi um pouco complicado. Muita coisa junta!
I. Ao clicarmos em http://www.futuremelbourne.com.au estamos perante um sítio que prima pela objectividade da informação que divulga e pela forma clara de como a transmite. Este é o resultado final da utilização da ferramenta wiki, http://www.futuremelbourne.com.au/wiki/view/FMPlan na qual, pelas suas características específicas, muitos puderam, através das suas ideias, propostas e debates contribuir para um objectivo final comum: a construção, melhoria e simplicidade de actuação entre os serviços públicos e as populações. A aproximação do cidadão às instituições públicas que existem para o servir.
Dentro do referido sítio encontramos um vasto conjunto de serviços e informação, que devidamente estruturados, de uma forma clara, estão interligados permitindo uma navegação simples e objectiva.
Veja-se este caso com que me deparei ao “entrar” em http://www.melbourne.vic.gov.au/MelbourneLibraryService/Pages/MelbourneLibraryService.aspx sobre um concurso alusivo ao tema da floresta: http://www.melbourne.vic.gov.au/ParksandActivities/Parks/Pages/UrbanForestCompetition.aspx.
É que nós, DGLB, também estamos a promover, no âmbito das actividades de dinamização da escrita e da leitura, um concurso sobre o mesmo tema junto dos estabelecimentos prisionais. Engraçado não é?
II. No caso de http://govitwiki.com, estamos perante um sítio que utiliza a ferramenta Wiki destinado à comunidade de tecnologia de informação do governo, nos EUA. Ao contrário do anterior que é o resultado final da utilização da Wiki durante um determinado período de tempo, no qual muitos participaram e depois se fechou a edição, este mantêm-se aberto e em permanente mutação. É uma ferramenta útil aos seus inúmeros utilizadores pois permite uma actualização e divulgação permanentes da informação disponibilizada sobre o tema.
Como a própria Wiki informa: “The GovITwiki was started over the summer of 2007 as a place for a small group of people to organize information related to government technology. The user base, and content, slowly grew. The user base spiked significantly in October, 2007, and a decision was made to officially launch the site.
The Site was started by Sprocket. Bob Thompson was recruited to be the acting site director and spokesperson.”
III. Na Califórnia, o governo resolveu criar uma Wiki destinada aos funcionários do Estado com o objectivo de melhorar a acção deste junto das populações. Assim, todos os agentes do Estado são convidados a participar, o que permite a partilha de informação e do conhecimento e uma maior coordenação de acções a definir e realizar. Poderá ser consultada em:
http://www.bestpractices.ca.gov/MainPage.ashx (Infelizmente, “The page cannot be displayed”).
IV. Já o Sr. Saad Mazloum que é Promotor de Justiça do Património Público e Social da Capital (São Paulo) - membro do Ministério Público do Estado de São Paulo/Brasil resolveu criar em 2007 a http://wikilegal.wiki.br/ destinada aos seus colegas de profissão para partilhar ”pensamentos, experiências e análises dos Membros dos Ministérios Públicos do Brasil” visando o debate e confronto de ideias. Infelizmente os seus colegas de profissão não aderiram à iniciativa e não participaram.
Após três anos, em 2010, o autor concluiu que não valia a pena continuar nos moldes existentes e resolveu conforme nos diz, transformar o sítio num:
“glossário de termos jurídicos, além de reunir textos e artigos sobre questões voltadas aos diversos ramos do Direito, cujo conteúdo será, sempre e em todos os casos, de minha autoria”. “O WikiLegal é uma ferramenta denominada Wiki, significando que qualquer pessoa poderia, em princípio, editar qualquer página imediatamente. No entanto, considerando a nova proposta deste projecto, que é compartilhar o conhecimento amealhado no Ministério Público do Estado de São Paulo, a edição está sendo feita exclusivamente por mim.”
“glossário de termos jurídicos, além de reunir textos e artigos sobre questões voltadas aos diversos ramos do Direito, cujo conteúdo será, sempre e em todos os casos, de minha autoria”. “O WikiLegal é uma ferramenta denominada Wiki, significando que qualquer pessoa poderia, em princípio, editar qualquer página imediatamente. No entanto, considerando a nova proposta deste projecto, que é compartilhar o conhecimento amealhado no Ministério Público do Estado de São Paulo, a edição está sendo feita exclusivamente por mim.”
Isto não quer dizer que não seja positivo consultar esta página e encontrar artigos interessantes. O único senão é que…, somente existirão textos do mesmo autor.
Ou seja utilizar a Wiki, nem sempre é sinal de sucesso! (e aqui “sucesso” é uma palavra muito relativa!). Um conjunto de factores condiciona a sua existência, que passa pelo tema, o tempo, o local, a apresentação, etc.
V. Numa análise rápida (conforme é pedido) ao que se passa nas empresas privadas quanto à utilização das ferramentas sociais a nível da gestão do conhecimento promovido pelo evento Organização 2.0, e que poderá ser visto em http://organizacao20.com/, transcrevo um excerto da comunicação de Ana Neves (sócia-gerente da Knowman):
“Com base nas respostas de 255 organizações a um inquérito online, conseguimos criar uma imagem que, apesar de muito possivelmente desviada da realidade pela positiva, ainda revela um longo caminho a percorrer.
Uma das principais observações é que ainda existem poucas organizações (19,09% das que responderam) a apostar na gestão de conhecimento de forma estratégica, isto é, através da nomeação de um responsável e da definição de uma estratégia específica.
A introdução de ferramentas e a realização de actividades de gestão do conhecimento facilitam a criação, o acesso, a partilha, a utilização, etc. de conhecimento e informação. Não será, por isso, de estranhar que muitas organizações recorram a diferentes ferramentas e actividades para gerar benefícios organizacionais na área do conhecimento e da aprendizagem.
Este estudo permitiu-me perceber que, apesar de ainda não ser muito expressivo, há um número razoável de organizações a recorrer a ferramentas sociais (blogues, wikis, social bookmarking, etc.) no apoio à gestão de conhecimento (organização 2.0). Sem surpresa, as actividades de gestão de conhecimento mais populares são as reuniões de avaliação e reflexão de projecto e as intranets são a ferramenta mais usada.
Analisando os benefícios indicados pelos respondentes, realço o maior e melhor aproveitamento do conhecimento existente (85% das empresas que responderam) e a optimização de processos (73%). É interessante ver que, apesar de ainda não haver muita preocupação estratégica com a gestão de conhecimento, as organizações reconhecem não estar a tirar o máximo partido do seu conhecimento.
Esta aparente dissonância pode ser justificada com o facto de 57% das organizações considerarem que têm pouca experiência e conhecimento na área da gestão de conhecimento. “
“Com base nas respostas de 255 organizações a um inquérito online, conseguimos criar uma imagem que, apesar de muito possivelmente desviada da realidade pela positiva, ainda revela um longo caminho a percorrer.
Uma das principais observações é que ainda existem poucas organizações (19,09% das que responderam) a apostar na gestão de conhecimento de forma estratégica, isto é, através da nomeação de um responsável e da definição de uma estratégia específica.
A introdução de ferramentas e a realização de actividades de gestão do conhecimento facilitam a criação, o acesso, a partilha, a utilização, etc. de conhecimento e informação. Não será, por isso, de estranhar que muitas organizações recorram a diferentes ferramentas e actividades para gerar benefícios organizacionais na área do conhecimento e da aprendizagem.
Este estudo permitiu-me perceber que, apesar de ainda não ser muito expressivo, há um número razoável de organizações a recorrer a ferramentas sociais (blogues, wikis, social bookmarking, etc.) no apoio à gestão de conhecimento (organização 2.0). Sem surpresa, as actividades de gestão de conhecimento mais populares são as reuniões de avaliação e reflexão de projecto e as intranets são a ferramenta mais usada.
Analisando os benefícios indicados pelos respondentes, realço o maior e melhor aproveitamento do conhecimento existente (85% das empresas que responderam) e a optimização de processos (73%). É interessante ver que, apesar de ainda não haver muita preocupação estratégica com a gestão de conhecimento, as organizações reconhecem não estar a tirar o máximo partido do seu conhecimento.
Esta aparente dissonância pode ser justificada com o facto de 57% das organizações considerarem que têm pouca experiência e conhecimento na área da gestão de conhecimento. “
Ufa! Este Parafuso foi muito “cansativo” com muita matéria teórica.
E eu acabada de chegar de férias e ainda sem as “forças” no máximo.
E eu acabada de chegar de férias e ainda sem as “forças” no máximo.
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
9º Parafuso
Confesso que fiz esta tarefa um pouco a correr porque.... estou quase, quase de férias. Só faltam umas horitas!!!
Assim,o meu cérebro já navega por outras bandas e já lhe custa um pouco focalizar-se nestes assuntos. Fica aqui um cheirinho da tarefa (cheirinho não! porque eu fiz a tarefa!) e quando voltar em Setembro, já com outra disposição tratarei de aprofundar a questão.
Assim,o meu cérebro já navega por outras bandas e já lhe custa um pouco focalizar-se nestes assuntos. Fica aqui um cheirinho da tarefa (cheirinho não! porque eu fiz a tarefa!) e quando voltar em Setembro, já com outra disposição tratarei de aprofundar a questão. O meu trabalho é sobre a freguesia onde nasci, Santo António dos Olivais, em Coimbra
*imagem da Igreja retirada do Google
Vou de fériassssssssssssss
terça-feira, 9 de agosto de 2011
8º Parafuso
Wiki Wiki Wiki hei!
Eis uma ferramenta “super democrática” em que cada um pode criar ou acrescentar ao já existente sem ser condicionado ou censurado.
O facto de poder ser editada por qualquer utilizador que vai dando a sua contribuição, quer acrescentando informação, quer emendando a existente, permite um acréscimo de conhecimento.
Internamente para a DGLB, poderá ser útil para a partilha e complemento de informação das diferentes áreas de trabalho do organismo.
Imaginemos que será necessário elaborar um protocolo com uma entidade estrangeira sobre uma acção que implica as duas áreas orgânicas da DGLB – o Livro e as Bibliotecas – estando eu do lado do Livro a salvaguardar os respectivos interesses, os meus colegas da área das bibliotecas poderão salvaguardar os deles. Ao mesmo tempo, os outros colegas da área jurídica ou administrativa poderão acrescentar dados. Ou seja pode-se assim aglomerar um conjunto de saberes que permitirão a elaboração de um protocolo o mais abrangente e que defenda os interesses das duas partes. A entidade com a qual iríamos estabelecer o protocolo também poderá defender os seus pontos de vista e ao mesmo tempo outros tantos, que navegam na Web e que já tiveram protocolos semelhantes, poderão alertar para possíveis falhas. Isto é só um exemplo de como pode ser interessante.
Outro exemplo será a partilha de links e respectiva informação que servirão de complemento a todo um conjunto de tarefas as quais nos obrigam a estar permanentemente actualizados.
E não escrevo mais pois estou muito cansadita!
* imagens do Google
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
O 7º leva mais uma aparafusadela
No mundo da Web, como já vimos, é fundamental uma boa e selectiva recolha da vasta informação disponível e a respectiva organização de modo a facilitar-nos as nossas pesquisas.
Como somos muitos e diferentes a navegar e como uns têm mais capacidades quer intelectuais, técnicas ou de “timing” que outros, a possibilidade de aceder a um conjunto de informação disponibilizada através da chamada “inteligência colectiva” em muito facilita o trabalho de pesquisa e de recolha de dados. Do ponto de vista do utilizador a primazia do colectivismo sobre individualismo não é negativa, desde que se respeitem os autores da informação disponibilizada. A partilha do conhecimento é no seu todo uma vantagem para a humanidade, salvaguardando os créditos de cada um que, com o seu esforço pessoal, contribui para a divulgação do saber.
Neste mundo globalizado partilhar é fundamental mas mais importante ainda é respeitar a individualidade de cada ser humano.
Se ao fazermos um trabalho utilizarmos bookmarks e tags de outros, devemos, por uma questão de ética (coisa que infelizmente começa a rarear nos nossos dias), referenciar sempre as fontes utilizadas.
* imagem retirada do Google
* imagem retirada do Google
7º Parafuso
Tentei fazer tudo direitinho...
Hoje já aprendi mais umas coisas. Foi tudo muito interessante!
http://www.delicious.com/martaaraujo
Hoje já aprendi mais umas coisas. Foi tudo muito interessante!
http://www.delicious.com/martaaraujo
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Parafuso selectivo
A “cegueira selectiva” como tudo na vida tem o seu interesse e fundamento. Numa perspectiva de interesses políticos, económicos, religiosos e não só, a divulgação dos mecanismos com o fim de obter essa “cegueira selectiva ” tem imensos adeptos. Quando mais moldada for uma mente e quanto menos questões se colocarem, muito melhor e mais facilmente se conseguem objectivos. O que não falta neste mundo são criaturas desejosas de impor o poder à sua maneira. Com isto não quero dizer que não tenham que existir regras de convivência colectiva. Mal de nós se tal acontecesse! O que quero dizer é que a liberdade de pensamento deve ser sempre salvaguardada. Os actos humanos em si encontram-se num patamar e vão evoluindo ao longo do tempo, graças precisamente à liberdade de pensamento.
Por outro lado, e para não darmos em “ loucos”, todos desenvolvemos, quer conscientemente ou inconscientemente, uma “cegueira selectiva” que nos permite trilhar mais tenuemente os caminhos das nossas vidas. No fundo somos todos tão frágeis (apesar de muitos acharem que não o são) e sendo tão árdua a nossa tarefa enquanto por cá andamos, forçosamente necessitamos de mecanismos de defesa. Por isso mais facilmente convêm ouvir e aceder a opiniões que sigam as nossas intenções do que ouvir outras tantas diferentes que nos levam a questionar e a por em causa o nosso tão desejado “sossego”.
Como tudo na vida, nada faz mal, desde que seja devidamente e moderadamente utilizado. E é aprendendo com os erros do dia-a-dia que encontramos esse equilíbrio tão fundamental para a nossa existência.
Se queremos realmente viver e não só “vegetar” então de nada serve enfiar a “ cabeça na areia”, resistindo à mudança. Só ouvindo, olhando, sentindo e seleccionando é que criamos o nosso próprio pensamento, a razão da nossa existência.
* A imagem foi retirada do Google
* A imagem foi retirada do Google
quarta-feira, 27 de julho de 2011
terça-feira, 26 de julho de 2011
4º Parafuso
Escrever sobre a blogosfera não é fácil. A interligação de inúmeros mundos entre si num universo global e a sua complexidade permanente podem assemelhar-se ao trabalho laborioso dos neurónios num cérebro.
Sendo a comunicação a palavra-chave das relações humanas e a ferramenta mais utilizada, todos os meios que a possibilitem se tornam necessários. É o caso dos blogues, que cada vez mais se expandem e que versam diferentes assuntos, da culinária à Filosofia, do Direito à religião, do F.M.I. ao Tio Patinhas, etc.
Como é natural, todos os criadores de blogues têm a sua forma específica de pensar e de estar no mundo. Esses olhares diferentes geram diferenças naturais que por sua vez proporcionam a criação de um mundo virtual ímpar e diversificado. A permanente evolução do mundo e a consequente mutação nos meios de comunicação fazem com que os blogues sejam fontes de conhecimento, de debate e partilha de ideias, de acesso a um sem fim de informação que cada vez se torna mais imprescindível.
Neste mundo globalizado em que a informação em tempo real é cada vez mais necessária, os blogues são, para muitos, condição sine qua non de sobrevivência.
Como a tecnologia não pára e a mobilidade humana aumenta, o “blogging móvel” tem vindo igualmente a aumentar.
Tanta informação sobre blogues exige tratamento adequado que permita uma consulta rápida, pois o tempo é cada vez mais precioso. Surgem então mecanismos para a organizar como sejam os motores de pesquisa e os directórios de blogues, de que é exemplo em Portugal o http://www.galeriadeblogs.com.
Para se ter uma ideia da dimensão mundial dos blogues, do perfil dos seus criadores, das razões para a sua existência, entre outros tantos dados, sugere-se a consulta do sítio da Technorati:http://technorati.com/blogging/article/state-of-the-blogosphere-2010-introduction/
Aqui fica um cheirinho do que podem encontrar:
Muito mais haveria a dizer sobre a blogosfera. Mas como no mundo da informação tudo se torna cada vez mais efémero, devemos acima de tudo estar atentos, saber seleccionar e não perder o fio à meada. Uma das coisas que li - e que faz parte das grandes transformações que ocorrem hoje nas sociedades - é que este universo dos blogues se estende cada vez mais às mulheres.
terça-feira, 19 de julho de 2011
3º Parafuso
Já está feita a terceira tarefa estipulada.
Caso vos apeteça espreitar, aqui fica o endereço:
http://www.flickr.com/photos/maraujoafrica/?saved=1
Caso vos apeteça espreitar, aqui fica o endereço:
http://www.flickr.com/photos/maraujoafrica/?saved=1
sexta-feira, 15 de julho de 2011
2º Parafuso
Gosto de partir à aventura, de descobrir mundos novos. A rotina tira-me do sério.
Esta dicotomia está presente na minha relação com a Web. Gosto de pesquisar, de descobrir. Fascina-me a quantidade de informação disponível “à distância de um clic” (esta frase feita é o máximo!) e fascina-me ainda mais a busca de informação válida no meio de tanto “lixo” disponível no ciberespaço.
Mas gosto de fazer as coisas ao meu ritmo, por prazer e não por obrigação (juntando o útil ao agradável).
Gosto de aprender com os erros e gosto de aprender com aqueles que me alertam para os erros que cometo.
Espero aprender mais, assustar-me mais e divagar muito mais.
quarta-feira, 13 de julho de 2011
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