Escrever sobre a blogosfera não é fácil. A interligação de inúmeros mundos entre si num universo global e a sua complexidade permanente podem assemelhar-se ao trabalho laborioso dos neurónios num cérebro.
Sendo a comunicação a palavra-chave das relações humanas e a ferramenta mais utilizada, todos os meios que a possibilitem se tornam necessários. É o caso dos blogues, que cada vez mais se expandem e que versam diferentes assuntos, da culinária à Filosofia, do Direito à religião, do F.M.I. ao Tio Patinhas, etc.
Como é natural, todos os criadores de blogues têm a sua forma específica de pensar e de estar no mundo. Esses olhares diferentes geram diferenças naturais que por sua vez proporcionam a criação de um mundo virtual ímpar e diversificado. A permanente evolução do mundo e a consequente mutação nos meios de comunicação fazem com que os blogues sejam fontes de conhecimento, de debate e partilha de ideias, de acesso a um sem fim de informação que cada vez se torna mais imprescindível.
Neste mundo globalizado em que a informação em tempo real é cada vez mais necessária, os blogues são, para muitos, condição sine qua non de sobrevivência.
Como a tecnologia não pára e a mobilidade humana aumenta, o “blogging móvel” tem vindo igualmente a aumentar.
Tanta informação sobre blogues exige tratamento adequado que permita uma consulta rápida, pois o tempo é cada vez mais precioso. Surgem então mecanismos para a organizar como sejam os motores de pesquisa e os directórios de blogues, de que é exemplo em Portugal o http://www.galeriadeblogs.com.
Para se ter uma ideia da dimensão mundial dos blogues, do perfil dos seus criadores, das razões para a sua existência, entre outros tantos dados, sugere-se a consulta do sítio da Technorati:http://technorati.com/blogging/article/state-of-the-blogosphere-2010-introduction/
Aqui fica um cheirinho do que podem encontrar:
Muito mais haveria a dizer sobre a blogosfera. Mas como no mundo da informação tudo se torna cada vez mais efémero, devemos acima de tudo estar atentos, saber seleccionar e não perder o fio à meada. Uma das coisas que li - e que faz parte das grandes transformações que ocorrem hoje nas sociedades - é que este universo dos blogues se estende cada vez mais às mulheres.


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