sexta-feira, 12 de agosto de 2011

9º Parafuso

Confesso que fiz esta tarefa um pouco a correr porque.... estou quase, quase de férias. Só faltam umas horitas!!!
Assim,o meu cérebro já navega por outras bandas e já lhe custa um pouco focalizar-se nestes assuntos. Fica aqui um cheirinho da tarefa (cheirinho não! porque eu fiz a tarefa!) e quando voltar em Setembro, já com outra disposição tratarei de aprofundar a questão.

O meu trabalho é sobre a freguesia onde nasci, Santo António dos Olivais, em Coimbra



*imagem da Igreja retirada do Google


Vou de fériassssssssssssss

terça-feira, 9 de agosto de 2011

8º Parafuso

Wiki   Wiki   Wiki   hei!
Eis uma ferramenta “super democrática” em que cada um pode criar ou acrescentar ao já existente sem ser condicionado ou censurado.
O facto de poder ser editada por qualquer utilizador que vai dando a sua contribuição, quer acrescentando informação, quer emendando a existente, permite um acréscimo de conhecimento.

Internamente para a DGLB, poderá ser útil para a partilha e complemento de informação das diferentes áreas de trabalho do organismo.
 Imaginemos que será necessário elaborar um protocolo com uma entidade estrangeira sobre uma acção que implica as duas áreas orgânicas da DGLB – o Livro e as Bibliotecas – estando eu do lado do Livro a salvaguardar os respectivos interesses, os meus colegas da área das bibliotecas poderão salvaguardar os deles. Ao mesmo tempo, os outros colegas da área jurídica ou administrativa poderão acrescentar dados. Ou seja pode-se assim aglomerar um conjunto de saberes que permitirão a elaboração de um protocolo o mais abrangente e que defenda os interesses das duas partes. A entidade com a qual iríamos estabelecer o protocolo também poderá defender os seus pontos de vista e ao mesmo tempo outros tantos, que navegam na Web e que já tiveram protocolos semelhantes, poderão alertar para possíveis falhas. Isto é só um exemplo de como pode ser interessante.
Outro exemplo será a partilha de links e respectiva informação que servirão de complemento a todo um conjunto de tarefas as quais nos obrigam a estar permanentemente actualizados.
E não escrevo mais pois estou muito cansadita!
* imagens do Google

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

O 7º leva mais uma aparafusadela

No mundo da Web, como já vimos, é fundamental uma boa e selectiva recolha da vasta informação disponível e a respectiva organização de modo a facilitar-nos as nossas pesquisas.
Como somos muitos e diferentes a navegar e como uns têm mais capacidades quer intelectuais, técnicas ou de “timing” que outros, a possibilidade de aceder a um conjunto de informação disponibilizada através da chamada “inteligência colectiva” em muito facilita o trabalho de pesquisa e de recolha de dados.
Do ponto de vista do utilizador a primazia do colectivismo sobre individualismo não é negativa, desde que se respeitem os autores da informação disponibilizada. A partilha do conhecimento é no seu todo uma vantagem para a humanidade, salvaguardando os créditos de cada um que, com o seu esforço pessoal, contribui para a divulgação do saber.
Neste mundo globalizado partilhar é fundamental mas mais importante ainda é respeitar a individualidade de cada ser humano.
Se ao fazermos um trabalho utilizarmos bookmarks e tags de outros, devemos, por uma questão de ética (coisa que infelizmente começa a rarear nos nossos dias), referenciar sempre as fontes utilizadas.

* imagem retirada do Google

7º Parafuso

Tentei fazer tudo direitinho...
Hoje já aprendi mais umas coisas. Foi tudo muito interessante!

http://www.delicious.com/martaaraujo

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Parafuso selectivo

A “cegueira selectiva” como tudo na vida tem o seu interesse e fundamento. Numa perspectiva de interesses políticos, económicos, religiosos e não só, a divulgação dos mecanismos com o fim de obter essa “cegueira selectiva ” tem imensos adeptos. Quando mais moldada for uma mente e quanto menos questões se colocarem, muito melhor e mais facilmente se conseguem objectivos. O que não falta neste mundo são criaturas desejosas de impor o poder à sua maneira.
Com isto não quero dizer que não tenham que existir regras de convivência colectiva. Mal de nós se tal acontecesse! O que quero dizer é que a liberdade de pensamento deve ser sempre salvaguardada. Os actos humanos em si encontram-se num patamar e vão evoluindo ao longo do tempo, graças precisamente à liberdade de pensamento.
Por outro lado, e para não darmos em “ loucos”, todos desenvolvemos, quer conscientemente ou inconscientemente, uma “cegueira selectiva” que nos permite trilhar mais tenuemente os caminhos das nossas vidas. No fundo somos todos tão frágeis (apesar de muitos acharem que não o são) e sendo tão árdua a nossa tarefa enquanto por cá andamos, forçosamente necessitamos de mecanismos de defesa. Por isso mais facilmente convêm ouvir e aceder a opiniões que sigam as nossas intenções do que ouvir outras tantas diferentes que nos levam a questionar e a por em causa o nosso tão desejado “sossego”.
Como tudo na vida, nada faz mal, desde que seja devidamente e moderadamente utilizado. E é aprendendo com os erros do dia-a-dia que encontramos esse equilíbrio tão fundamental para a nossa existência.
 Se queremos realmente viver e não só “vegetar” então de nada serve enfiar a “ cabeça na areia”, resistindo à mudança. Só ouvindo, olhando, sentindo e seleccionando é que criamos o nosso próprio pensamento, a razão da nossa existência.

* A imagem foi retirada do Google

6º Parafuso

Cá vai ele:

http://www.google.pt/reader/view/?tab=my#overview-page