quinta-feira, 22 de setembro de 2011

13º Parafuso

O número 13 é bem grande!



Desconhecendo a razão principal porque os seres humanos lhe atribuem uma carga tão negativa, fui pesquisar e encontrei isto:


" número treze (13) é o número natural que sucede o 12 e precede o 14"


"(...) Quem tem medo do número treze sofre de triscaidecafobia." 


Poderão ler mais em http://pt.wikipedia.org/wiki/Treze


Para mim e para outros tantos (e felizmente para o número 13, senão coitadinho estaria muito sozinho!) é somente um número igual a tantos outros e até engraçado. Talvez por isso o 13º Parafuso tenha sido fácil de fazer!


Relativamente ao texto solicitado ei-lo:


Quanto à minha experiência no facebook é já de algum tempo e atendendo aos inúmeros desafios e rasteiras que permite, procuro estar sempre atenta  e proteger-me o melhor que posso bem como aos meus amigos mais chegados.
Se no início era engraçado aparecerem tantos "amigos" a  experiência diz-me que a ferramenta é óptima para a partilha com os mais chegados e que é muito bom  poder escolher aqueles que realmente queremos que façam parte da nossa rede social.
Tenho notado que tem havido um esforço e empenho na disponibilização de ferramentas que permitem uma cada vez maior privacidade.
Claro que não se pode pedir TODA pois senão não se alinhava com estas andanças!
Sempre ouvi dizer que: "Quem corre por gosto não se cansa!" e "Quem anda á chuva molha-se!"

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

11º Parafuso

Apesar de já ter um perfil no Facebook  criei um novo  só para esta formação. Aqui  fica o endereço:

http://www.facebook.com/#!/profile.php?id=100002940945401

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

10º Parafuso

Eis o 10º Parafuso que foi um pouco complicado. Muita coisa junta!
I.      Ao clicarmos em http://www.futuremelbourne.com.au estamos perante um sítio que prima pela objectividade da informação que divulga e pela forma clara de como a transmite. Este é o resultado final da utilização da ferramenta wiki, http://www.futuremelbourne.com.au/wiki/view/FMPlan na qual, pelas suas características específicas, muitos puderam, através das suas ideias, propostas e debates contribuir para um objectivo final comum: a construção, melhoria e simplicidade de actuação entre os serviços públicos e as populações. A aproximação do cidadão às instituições públicas que existem para o servir.
Dentro do referido sítio encontramos um vasto conjunto de serviços e informação, que devidamente estruturados, de uma forma clara, estão interligados permitindo uma navegação simples e objectiva.

É que nós, DGLB, também estamos a promover, no âmbito das actividades de dinamização da escrita e da leitura, um concurso sobre o mesmo tema junto dos estabelecimentos prisionais. Engraçado não é? 


II.       No caso de http://govitwiki.com, estamos perante um sítio que utiliza a ferramenta Wiki destinado à comunidade de tecnologia de informação do governo, nos EUA. Ao contrário do anterior que é o resultado final da utilização da Wiki durante um determinado período de tempo, no qual muitos participaram e depois se fechou a edição, este mantêm-se aberto e em permanente mutação. É uma ferramenta útil aos seus inúmeros utilizadores pois permite uma actualização e divulgação permanentes da informação disponibilizada sobre o tema.
Como a própria Wiki informa: The GovITwiki was started over the summer of 2007 as a place for a small group of people to organize information related to government technology. The user base, and content, slowly grew. The user base spiked significantly in October, 2007, and a decision was made to officially launch the site.
The Site was started by Sprocket. Bob Thompson was recruited to be the acting site director and spokesperson.”

III.      Na Califórnia, o governo resolveu criar uma Wiki destinada aos funcionários do Estado com o objectivo de melhorar a acção deste junto das populações. Assim, todos os agentes do Estado são convidados a participar, o que permite a partilha de informação e do conhecimento e uma maior coordenação de acções a definir e realizar. Poderá ser consultada em:
http://www.bestpractices.ca.gov/MainPage.ashx (Infelizmente, “The page cannot be displayed”).
IV.      Já o Sr. Saad Mazloum que é Promotor de Justiça do Património Público e Social da Capital (São Paulo) - membro do Ministério Público do Estado de São Paulo/Brasil resolveu criar em 2007 a http://wikilegal.wiki.br/ destinada aos seus colegas de profissão para partilhar ”pensamentos, experiências e análises dos Membros dos Ministérios Públicos do Brasil” visando o debate e confronto de ideias. Infelizmente os seus colegas de profissão não aderiram à iniciativa e não participaram.
Após três anos, em 2010, o autor concluiu que não valia a pena continuar nos moldes existentes e resolveu conforme nos diz, transformar o sítio num:
“glossário de termos jurídicos, além de reunir textos e artigos sobre questões voltadas aos diversos ramos do Direito, cujo conteúdo será, sempre e em todos os casos, de minha autoria”. “O WikiLegal é uma ferramenta denominada Wiki, significando que qualquer pessoa poderia, em princípio, editar qualquer página imediatamente. No entanto, considerando a nova proposta deste projecto, que é compartilhar o conhecimento amealhado no Ministério Público do Estado de São Paulo, a edição está sendo feita exclusivamente por mim.”
Isto não quer dizer que não seja positivo consultar esta página e encontrar artigos interessantes. O único senão é que…, somente existirão textos do mesmo autor.
Ou seja utilizar a Wiki, nem sempre é sinal de sucesso! (e aqui “sucesso” é uma palavra muito relativa!). Um conjunto de factores condiciona a sua existência, que passa pelo tema, o tempo, o local, a apresentação, etc.

V.       Numa análise rápida (conforme é pedido) ao que se passa nas empresas privadas quanto à utilização das ferramentas sociais a nível da gestão do conhecimento promovido pelo evento Organização 2.0, e que poderá ser visto em http://organizacao20.com/, transcrevo um excerto da comunicação de Ana Neves (sócia-gerente da Knowman):
          Com base nas respostas de 255 organizações a um inquérito online, conseguimos criar uma imagem que, apesar de muito possivelmente desviada da realidade pela positiva, ainda revela um longo caminho a percorrer.
Uma das principais observações é que ainda existem poucas organizações (19,09% das que responderam) a apostar na gestão de conhecimento de forma estratégica, isto é, através da nomeação de um responsável e da definição de uma estratégia específica.
A introdução de ferramentas e a realização de actividades de gestão do conhecimento facilitam a criação, o acesso, a partilha, a utilização, etc. de conhecimento e informação. Não será, por isso, de estranhar que muitas organizações recorram a diferentes ferramentas e actividades para gerar benefícios organizacionais na área do conhecimento e da aprendizagem.
Este estudo permitiu-me perceber que, apesar de ainda não ser muito expressivo, há um número razoável de organizações a recorrer a ferramentas sociais (blogues, wikis, social bookmarking, etc.) no apoio à gestão de conhecimento (organização 2.0). Sem surpresa, as actividades de gestão de conhecimento mais populares são as reuniões de avaliação e reflexão de projecto e as intranets são a ferramenta mais usada.
Analisando os benefícios indicados pelos respondentes, realço o maior e melhor aproveitamento do conhecimento existente (85% das empresas que responderam) e a optimização de processos (73%). É interessante ver que, apesar de ainda não haver muita preocupação estratégica com a gestão de conhecimento, as organizações reconhecem não estar a tirar o máximo partido do seu conhecimento.
Esta aparente dissonância pode ser justificada com o facto de 57% das organizações considerarem que têm pouca experiência e conhecimento na área da gestão de conhecimento.


Ufa! Este Parafuso foi muito “cansativo” com muita matéria teórica.
E eu acabada de chegar de férias e ainda sem as “forças” no máximo.